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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Como eram as escolas na antiguidade?

Na antiguidade, o ato de estudar não era um direito de toda criança como é (ou deveria ser) hoje. Antes, ter acesso aos ensinamentos era um privilégio dos filhos de famílias nobres e ricas, sendo que muitas crianças das sociedades antigas que não tinham essa vantagem gastavam as horas em trabalhos braçais e não recebiam nenhuma instrução dentro ou fora de casa.

Muitas delas não tinham nem a chance de um sonho maior, pois já eram designadas ainda muito pequenas como escravas. Como se isso não bastasse, se a criança fosse uma menina, as suas esperanças de ter um aprendizado formal nas instituições eram quase zero, sendo ou não de família rica, pois os meninos tinham prioridade devido aos ensinamentos que se estendiam a regras militares e estratégias de batalhas.

Com o passar do tempo, em algumas sociedades, as meninas foram ganhando o seu espaço e também recebiam aprendizados diferentes para administrar a família. Confira abaixo como eram as escolas da antiguidade.


Isso é Esparta


Em Esparta, a educação de uma criança não começava até os sete anos de idade. Ao atingir esse tempo de vida, a sua educação tornava-se um dever do 

Estado, o qual precisava, essencialmente, recrutar a criança para uma vida de serviço militar. Ciências sociais e filosóficas não faziam parte do currículo escolar.

Em vez disso, os meninos espartanos seguiam um programa de estudo chamado agoge, que incluía leitura, escrita e música, mas tudo focado para os treinamentos. Além disso, eles aprendiam técnicas de sobrevivência e, ao atingir a adolescência, seguiam para o exército.

Já as mulheres espartanas, não recebiam qualquer tipo de educação formal do Estado. No entanto, elas desfrutavam de maior autonomia do que aquelas de outras cidades-estado gregas. Dessa forma, elas eram educadas em casa o suficiente para administrar as propriedades da família, sendo que a leitura e escrita faziam parte desses aprendizados. Algumas também recebiam treinamento físico.

Crianças de Athenas




Atenas, a rival política de Esparta, era mais como uma escola rigorosa de artes liberais. Enquanto Esparta queria produzir soldados, Atenas preferia educar pensadores. Assim, desde cedo, as crianças atenienses aprendiam a ler e a escrever.

Com sete anos, os meninos de famílias nobres de Atenas começavam a frequentar escolas privadas, em que – em uma das raras exceções das sociedades antigas – os pobres também podiam estudar, pois o valor era acessível.

Nestes lugares, os meninos aprendiam música, poesia, filosofia, matemática e outras disciplinas. A educação seguia até a adolescência, podendo ser estendida após os 14 anos. Treinamentos físicos também eram necessários, mas o foco era o intelecto. Assim como acontecia em Esparta, as meninas também só tinham alguma instrução em casa.


Egito




No antigo Egito a educação era valorizada, mas não havia muita necessidade de orientadores ou locais específicos para a maioria da população, pois era feita de maneira informal e, muitas vezes, pelos próprios pais. Tanto que, nesses aprendizados, as crianças já recebiam ensinamentos da profissão de 
seus pais para assumir o mesmo segmento de trabalho deles.

As meninas eram educadas por suas mães nas tarefas domésticas, como cozinhar e costurar. Já as crianças de famílias ricas podiam ir às escolas para estudar para serem escribas e, eventualmente, trabalharem no governo ou servindo como sacerdotes do templo. Assim como os estudantes de hoje em dia, estes poucos privilegiados do Egito tinham aulas de história, matemática, música e ciência.


Índia



A educação na Índia durante o período védico (1.500 a 500 a.C.) não focava apenas na estimulação intelectual ou nos treinamentos físicos, mas também no desenvolvimento espiritual. Ao estudar os Vedas e outras escrituras hindus, os alunos aprendiam a ler e escrever, além de receberem instruções sobre lógica e poesia. O foco estava em crescimento pessoal e desenvolvimento do caráter.

Enquanto a educação era inicialmente destinada a ser livre, o sistema de castas (que perdura em muitos locais da Índia até hoje) tornou mais difícil para as crianças das classes mais baixas receber qualquer tipo de ensino superior.

China



Considerando que os estudantes chineses há milênios tinham de memorizar dezenas de milhares de caracteres apenas para ser capaz de escrever na sua língua, não é nenhuma surpresa que a antiga educação chinesa fosse focada na memorização.

A partir de 770 a.C., os textos de Confúcio eram os principais materiais de estudo, que constituem a base do sistema de ensino em toda a China por dinastias imperiais que se estenderam através dos séculos. Estes livros foram estudados e memorizados, verso por verso, página por página.


FONTE(S)


IMAGENS

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Aplicativos gratuitos auxiliam na hora de estudar para o Enem

Ferramentas auxiliam a organizar a rotina de estudos.

Lista conta com compilados de fórmulas e editor de texto para resumos.
Em vez de usar o celular e o tablet só para desviar a atenção em jogos e trocar mensagens sem parar, que tal usar esses dispositivos para auxiliar na hora de estudar para exames como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)?

O G1 fez uma seleção de aplicativos que podem se tornar seus companheiros de estudo, auxiliando na hora de escrever resumos, organizar sua rotina de disciplinas, rever fórmulas matemáticas e até contar com uma calculadora diferente para checar resultados e fazer operações mais complexas.

Todos os aplicativos são gratuitos e estão disponíveis tanto para iOS, sistema operacional dos dispositivos da Apple, quanto para aparelhos com Android.

Modo avião

Antes de se aventurar pelos aplicativos, uma dica interessante é colocar o seu dispositivo em modo avião, antes de abrir os aplicativos. Como a maioria dos apps gratuitos utiliza anúncios, isso impede que as propagandas sejam exibidas durante sua sessão de estudo, além de impedir mensagens indesejáveis.



Evernote

Esse aplicativo permite fazer anotações com diversos recursos, desde imagens até listas de tarefas para o usuário se organizar durante os estudos. Além de possibilitar a criação de cadernos (que podem ser de cada uma das disciplinas), todo o material é sincronizado em todos os dispositivos configurados com a sua conta - para isso, o aparelho precisa estar conectado à internet para realizar essas funções.


MyScript Calculator

Já essa calculadora é bem diferente dos modelos tradicionais, e consegue interpretar números, sinais e símbolos matemáticos desenhados na tela, resolvendo as operações logo em seguida. Contudo, o app é uma boa ferramenta para apenas verificar os resultados e cálculos, já que exames como o Enem não permitem uso de calculadora.


Fórmula Free

Esse aplicativo reúne fórmulas de diversas áreas da matemática, desde geometria até integrais. Em uma interface bem simples, ele também conta com conversor de medidas e ferramentas para calcular valores de triângulos e outras fórmulas geométricas. 




Fórmulas para Concursos


Apesar de contar materiais um pouco mais avançados do que o que é normalmente exigido em vestibulares e outros exames, esse aplicativo é uma boa biblioteca de fórmulas em áreas como física, química e matemática ao alcance de poucos toques.





Mecânica

Se você precisa de dicas e explicações de física, o Mecânica cumpre esse papel muito bem, exibindo esquemas bem explicativos de várias partes da disciplina, contando até com desenhos e gráficos para ajudar na hora de entender a matéria.



Michaelis Nova Ortografia

Mesmo que a redação escrita de acordo com o Acordo Ortográfico seja obrigatória no Enem só a partir de 2016, é interessante ter sempre a mão as novidades a respeito da língua portuguesa. Ao navegar pelos tópicos, o usuário encontra explicações objetivas e exemplos a respeito das mudanças na hora de escrever.







Fonte: G1 Globo

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Estas 10 práticas vão deixar você mais inteligente



Quer ficar mais esperto, ter um rendimento melhor nos estudos e no trabalho? Sabia que é possível dar um empurrãozinho no funcionamento do seu cérebro? A revista Time fez uma lista com pequenas atitudes que podem ajudar você a ser uma pessoa mais inteligente. Confiram quais são essas atitudes a seguir e depois nos conte se já pratica alguma delas:

1-Administração do seu tempo online:

Você provavelmente já reparou que, de vez em quando, faz seu login no Facebook “só para dar uma olhadinha” e, de repente, lá se foram algumas horas diante da tela azul e branca. Não que você não possa se divertir com as redes sociais, mas aprender a administrar seu tempo na internet é uma grande coisa.

Você pode usar “o lado bom” da internet e se dedicar a aprender coisas novas, ver palestras do TED, tentar aprender uma nova língua, conhecer um novo país, aprender mais a respeito do corpo humano e por aí vai.

2-Tome nota!

Você tem acesso a um número muito grande de informações todos os dias, por isso não adianta pensar que vai conseguir lembrar sempre o conteúdo daquela matéria do Mega Curioso que você acabou de ler e que achou incrível. Quando alguma coisa for realmente importante para você – por exemplo: se for algo que possa cair em uma prova –, o ideal é que você faça anotações para poder lembrar depois.

3-Faça uma lista das coisas que você já fez:

Ser confiante e feliz é sinal de inteligência, e uma boa forma de você se tornar confiante e satisfeito é se lembrar das coisas que já conquistou. Se sua meta era fazer academia e se você já está fazendo aulas de musculação há duas semanas, lembre-se disso. Idem para aquela conquista no trabalho, na faculdade, na escola. Isso vai fazer de você uma pessoa mais motivada.

4-Jogue mais!

Os jogos mais recomendados para treinar seu cérebro são o xadrez, alguns jogos de baralho e, claro, as famosas palavras cruzadas. Tudo que envolve planejamento estratégico e memória é uma boa ideia. Melhor ainda se você jogar sozinho, sem ajuda de livros e dicas.

5-Selecione melhor seus amigos:

Não é novidade que as pessoas com as quais você se relaciona podem influenciar seus hábitos e suas decisões. Por isso, é sempre bom manter por perto aquele amigo que gosta de ler, que vai bem nos estudos, que tem um bom relacionamento social, que sabe tomar boas decisões e que tem boas conversas. Esse conselho serve para a vida inteira: é sempre bom ter por perto uma pessoa inteligente tanto na questão racional da coisa quanto na emocional também.

De acordo com Saurabh Shah, o seu QI é uma média do QI das cinco pessoas mais próximas de você. Isso só comprova o que falamos no parágrafo anterior: ficar perto de gente esperta faz de você uma pessoa esperta.

6-Leia muito:

Esse é um conselho muito batido e, para alguns, um pouco chato. Ainda assim, é preciso reforçar o poder da leitura, principalmente em tempos de redes sociais, quando passamos mais tempo em contato com conteúdos rasos do que com uma boa narrativa literária, por exemplo.

Cientificamente falando, a leitura tem o poder de dar aquele impulso que seu cérebro precisa de vez em quando, sem falar que é um ótimo exercício para a criatividade também. Você não precisa começar lendo a obra completa de Dostoiévski, mas pode criar o hábito de ler jornal e, quem sabe, aquele livro que faz mais o seu estilo. O importante é ler bastante e sempre.

7-Explique coisas para as pessoas:

Albert Einstein, o gênio que todo mundo conhece, disse uma vez que “se você não consegue explicar de uma maneira simples, você não entende o assunto bem o suficiente” e, mais uma vez, ele parecia estar certo. Quando você realmente entende um assunto, consegue falar sobre ele com facilidade. Por isso, acostume-se a falar a respeito das coisas que você tem aprendido. Pode ser até para você mesmo, na frente do espelho.

A verdade é que é fácil aprender uma nova informação, mas manter esse conhecimento com você o suficiente para que não apenas você entenda como repasse o que entendeu é o jeito “certo” de aprender.

8-Coisas novas e aleatórias:

Ninguém gosta de rotina, nem mesmo o seu cérebro. Por isso, faça coisas novas e diferentes com frequência. Pode ser que um dia o que você fez hoje seja útil ou, na “pior” das hipóteses, você está criando memórias de novas experiências e isso é sempre bom.

Steve Jobs, por exemplo, fazia aulas de caligrafia quando mais novo, mesmo sem precisar se preocupar com isso. Anos mais tarde, quando se tornou o gênio responsável pela Apple, os conceitos de design que ele havia aprendido foram mais do que úteis.

Se você trabalha com fotografia, tente escrever um pouco também. Se seu interesse maior é a saúde, pratique ioga ou se aventure em uma aula de zumba. Vale tudo: de torneios de pôquer com os amigos a caminhadas em parques desconhecidos aos finais de semana.

9-Aprenda um novo idioma:

Se você tem acesso à internet, já não vale a desculpa de que está sem grana para pagar por aulas de outro idioma. Lógico que ter aulas de uma língua estrangeira com um professor é sempre a melhor opção, mas você pode também aprender sozinho. Com uma boa pesquisa, dá para descobrir sites que ensinam gramática, ortografia, interpretação de texto, expressões idiomática e dão dicas de como se aprofundar em outra língua.

É importante saber qualquer língua além do português para se destacar no mercado de trabalho, lógico, mas isso também deixa seu cérebro mais esperto, mais treinado. Já pensou que bacana ouvir aquela música em inglês, francês, espanhol, ou qualquer que seja a língua, e entender o que ela diz? Você pode até aprender alguns idiomas fictícios, se quiser!

10-Relaxe!

Depois de um dia corrido, de todas as tarefas do trabalho cumpridas, depois de fazer aquela aula de pilates, de começar a ler um novo livro e de aprender um pouco mais sobre o mugido das vacas, relaxe, respire e fique um tempo em silêncio, sem fazer nada, concentrando-se apenas em seu corpo e em sua respiração.

Esses minutos de calma são muito úteis para que seu cérebro assimile tudo o que você fez e para que seu corpo recomponha as energias. Se você é do tipo que vive muito estressado e irritado, experimente fazer um pouco de meditação todos os dias e, com certeza, você vai perceber que a sensação de irritação vai começar a diminuir.


Fonte: Mega Curioso


5 dicas simples para você conseguir estudar melhor



Para muita gente, estudar é um verdadeiro prazer. No entanto, para a grande maioria, essa atividade é sinônimo de tortura, e só o fato de pensar em ter que passar várias horas na companhia de livros e anotações já é um sofrimento. Para essa turminha, o pessoal do site For Dummies publicou algumas dicas simples que podem tornar as horas de estudo menos penosas. Confira a seguir:

1-Prepare-se mentalmente:

Pense em como você se prepara para fazer algo que realmente gosta, como assistir a filmes ou jogar o seu game favorito, por exemplo. Como você prepara o ambiente? Qual é a postura que você adota? Costuma deixar comidinhas e quitutes por perto para não ter que interromper a sua atividade toda hora para buscá-los?

A ideia é que você “empreste” algumas dessas ações que você normalmente realiza enquanto está se dedicando à sua atividade favorita para tornar uma experiência desagradável — neste caso, estudar — menos chata, por associação. Além disso, um ambiente agradável pode ajudar você a se sentir melhor mentalmente, portanto o espaço no qual você vai estudar não precisa ser austero nem parecer uma estação de trabalho.

2-Conheça o seu ritmo:

A verdade é que não existe um ritmo ideal, e cada um estuda — e progride — à sua maneira. O importante é conhecer qual é o seu, e lembrar que, se você é mais minucioso e leva mais tempo para estudar, vai ter que reservar um período maior para essa atividade.

Mas, independente de que você precise de muito ou pouco tempo ou tenha mais ou menos disponibilidade na sua agenda, não se esqueça de que fazer pequenos intervalos é superimportante. Portanto, você pode estabelecer “recreios” — como 10 minutinhos a cada meia hora de trabalho, por exemplo — durante as sessões de estudo, além de se dar pequenos agradinhos de prêmio por ter se concentrado na sua atividade.


3-Tire proveito da sua memória:

Saber como a memória humana funciona pode ajudar bastante nessas horas. Estudos já demonstraram que, no caso de um texto, por exemplo, as pessoas se lembram melhor das primeiras e das últimas coisas que leram, tendo mais dificuldade para recordar claramente o conteúdo do “meio”. O mesmo ocorre com atividades realizadas no decorrer do dia.

E não adianta querer mudar isso, pois os nossos cérebros estão programados para processar as informações dessa forma. Então, para tirar o maior proveito disso na hora de estudar, tente organizar o conteúdo de forma que as questões mais importantes fiquem concentradas no começo e no final da sua sessão de estudos.

4-Planejamento:

Independente de que você tenha que estudar para uma prova supercomplexa ou para algo mais simples e menos dispendioso, é sempre bom ter um plano de como você vai fazer para se preparar. Uma forma de fazer isso é dividir o conteúdo total em blocos menores, que podem ser os diferentes tópicos do assunto que você está estudando.

Isso pode ajudar com que você perceba com mais facilidade os elementos mais importantes do texto, além de memorizar palavras ou aspectos-chave. Com esse método, você pode utilizar esses bloquinhos de informação para criar uma base de dados mental que pode ser acessada quando você precisar. Aqui também vale aquela velha técnica de relacionar termos complicados a palavras e frases engraçadas para aguçar a memória.

5-Mapa mental:

Criar diagramas também pode ajudar você a memorizar informações mais facilmente. Assim, a partir de um conceito principal, relacione os aspectos menos importantes progressivamente através de mapinhas, criando subcategorias. Nelas, você pode incluir qualquer termo ou ideia que considere importante, contanto que o conjunto ajude você a organizar melhor as informações.

Os mapas mentais — ou diagramas — são simples e fáceis de criar, e você vai perceber que eles são muito mais eficientes do que as listas convencionais. Eles podem ajudá-lo a se lembrar de um volume maior de informações, devido à forma como foram criados, seguindo uma linha específica de raciocínio. Tente fazer um na próxima vez que tiver que estudar para uma prova de História, por exemplo!



Fonte: Mega Curioso

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Bred Bolsa Educação

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segunda-feira, 21 de julho de 2014

10 dicas para passar no vestibular



Passar no vestibular é uma tarefa difícil e trabalhosa. Mas, com tranquilidade e uma boa base de estudos esse desafio pode se tornar mais fácil. Essas são as principais indicações que João Paulo Rocha Almeida, primeiro colocado no curso de medicina da USP em 2008, e Leandro Tessler, professor de Física e ex-coordenador do vestibular da Unicamp, deram aos estudantes.

O professor diz, ainda, que o pior erro de um estudante, a essa altura do ano, já no fim de agosto, é exagerar. "Não adianta querer estudar 20 horas por dia. Não dá tempo de aprender muito mais e, o que era para ser uma estratégia, pode até atrapalhar porque abala o lado psicológico".

João acrescenta que é melhor focar no conteúdo mais fácil. "Tentar aprender o que não sabe vai deixar o candidato desesperado e ansioso. É melhor sedimentar o conhecimento que já foi adquirido", aconselha.

Tessler conta que, no caso específico da Unicamp, os vestibulandos não precisam se preocupar em decorar fórmulas, mas em estudar e estar antenado com o mundo. "Não precisa saber a tabela periódica de cor. Eu sou físico, trabalho com isso, e não sei. Nosso vestibular não vai te cobrar isso", diz.

Ele pode não saber de cor, mas anda sempre com uma a mão. O professor mostrou à plateia uma versão pequena da tabela periódica, que ele carrega na carteira.
10 DICAS PARA VOCÊ SE DAR BEM NO VESTIBULAR:

- Começar a prova pelas matérias que você sabe.

- Desenvolver um esquema de estudo que tenha a ver com você, lendo, fazendo resumos, resolvendo exercícios, assim se consegue ter uma alta qualidade de estudo.

- Uma prova bem feira exige, além de conhecimento, um bom preparo psicológico, para não ficar nervoso na hora da prova e acabar tendo o temido "branco".

- Reproduzir a matéria com as próprias palavras é uma boa forma de fixar e aprender.

- Não faltar em nenhuma aula e sempre fazer os exercícios propostos.

- Conseguir ter uma leitura crítica.

- Aproveitar todas as fontes de informação que nos cercam, como jornais, revistas e blogs, e sempre se manter atualizado.

- Entender que o vestibular não é o fim do mundo e que ele é igual para todos.

- Saber que pode mudar de curso é fundamental para não encarar o vestibular c

omo um bicho de sete cabeças.

- Ter em mente que alguma educação é melhor que nenhuma: sempre tenha um plano B.

Fonte: Guia do Estudante

E lembre-se :

É simples, rápido e gratuito estudar com o desconto do Programa Bolsa Educação

O Bolsa Educação é possível através de parcerias realizadas entre o BRED e as Instituições de Ensino, onde o Bred fica responsável pela distribuição de Bolsas de Estudos de até 75% em cursos de graduação, pós-graduação, idiomas, cursos técnicos, profissionalizantes e em escolas desde educação infantil ao ensino médio.

O diferencial do Bolsa Educação é que os descontos podem ser obtidos por qualquer pessoa, sem necessidade de avaliação socioeconômica. Para os cursos de graduação, só é necessário aprovação no vestibular.

Para conseguir o desconto é preciso se cadastrar no site, escolher o curso de seu interesse, após a liberação da bolsa, imprimir o Termo de Encaminhamento, no caso de cursos de graduação, se inscrever no vestibular da faculdade escolhida e após ser aprovado, apresentar o Termo de Encaminhamento no ato da matrícula. Tudo de forma gratuita, rápida e muito simples!

As bolsas oferecidas pelo Bolsa Educação são válidas até o final do curso, basta seguir os procedimentos indicados no Termo de Encaminhamento.

O Bolsa Educação oferece uma ótima opção para quem quer estudar pagando menos. Os procedimentos são realizados inteiramente pela internet, de uma forma rápida e gratuita. Cadastre-se agora mesmo!

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sexta-feira, 18 de julho de 2014

13 dicas para se concentrar na hora dos estudos


Por mais que você tente, está difícil fazer sua mente focar nos estudos? Veja as dicas de especialistas para resolver seu problema


Nosso cérebro é meio fanfarrão: na hora de pensar em estratégias para aquele jogo complicado de videogame ou de ler aquela revista que você adora, ele coopera facilmente. Mas quando é preciso sentar e estudar um pouco, parece não haver jeito de alcançar a concentração.
Isso fica ainda mais desesperador quando estamos em ano de vestibular e não temos tempo a perder. Para ajudar você nisso, o GUIA DO ESTUDANTE conversou com especialistas e pediu dicas para ajudar seu cérebro a se concentrar. Como cada pessoa tem um jeito de funcionar, nem todas elas serão igualmente eficientes para todo mundo. Então é bom fazer uns testes até descobrir quais dão certo para você.

Nosso cérebro é meio fanfarrão: na hora de pensar em estratégias para aquele jogo complicado de videogame ou de ler aquela revista que você adora, ele coopera facilmente. Mas quando é preciso sentar e estudar um pouco, parece não haver jeito de alcançar a concentração.
Isso fica ainda mais desesperador quando estamos em ano de vestibular e não temos tempo a perder. Para ajudar você nisso, o GUIA DO ESTUDANTE conversou com especialistas e pediu dicas para ajudar seu cérebro a se concentrar. Como cada pessoa tem um jeito de funcionar, nem todas elas serão igualmente eficientes para todo mundo. Então é bom fazer uns testes até descobrir quais dão certo para você.
Não se contente em ler: escreva!
Segundo o professor e autor de livros com dicas para estudos Pierluigi Piazzi, é importante estudar escrevendo, e não só lendo. "Quem só lê perde a concentração. Quem escreve consegue entender o assunto e mantê-lo na mente", explica ele.
Escreva à mão em vez de digitar
Pesquisas já mostraram que os alunos que fazem isso aprendem mais do que quem só digita. "Você tem movimentos totalmente distintos para escrever cada letra a mão, mas isso não existe quando você está digitando. Isso faz com que mais redes neurais sejam ativadas no processo da escrita", diz o professor.
Como saber o que vale colocar no papel
Faça resumos, fichamentos e esquemas da matéria. Mas nada de ficar copiando todo o conteúdo dos livros. Para saber o que vale escrever, faça de conta que você está preparando uma cola para uma prova. Por ter pouco espaço e pouco tempo para consulta-la, é preciso ser conciso, mas ao mesmo tempo abordar os pontos principais. É disso que você precisa quando for estudar.

Revise a matéria que aprendeu em aula no mesmo dia
Além de evitar acumular matérias, estudar o conteúdo visto em sala de aula no mesmo dia fará com que seu cérebro entenda que aquilo é importante e o memorize.

Estude sozinho
Vamos combinar que, por mais legal que seja se reunir com os amigos para estudar, você acaba falando mais de outras coisas e as dúvidas permanecem. O professor Pierluigi é um grande defensor da ideia de que só se aprende mesmo no estudo solitário. "Estudar em grupo é útil se você for a pessoa que explica a matéria para os outros. Quem ouve não aproveita", diz ele. A melhor dica para um bom estudo, aliás, e explicar a matéria para si mesmo.

Use as aulas para entender as matérias e tirar dúvidas
Um erro comum, segundo o professor Pierluigi, é fazer dois cursinhos para ter um maior numero de aulas - o que realmente vai fazer diferença no vestibular é o momento em que você estuda sozinho, não o número de aulas que pegou. Mas isso não significa que vale cabular ou dormir nas aulas: elas são importantes para entender a matéria e tirar dúvidas.

Desligue todos os aparelhos eletrônicos.
Na hora de estudar, nada de deixar o celular por perto avisando você de cada notificação no Facebook. E nem caia na tentação de abrir o Facebook só por "dois minutinhos". Esses dois minutinhos sempre se estendem e acabam com toda a sua concentração. Reserve um tempinho do seu dia só para as redes sociais e faça isso virar rotina para que se acostume a checá-la apenas nesse tempo específico.

Estude em um local organizado e tranquilo
O resto da sua casa até pode ser uma bagunça, mas o local onde você costuma estudar precisa estar sempre organizado e silencioso. Ter muitas coisas espalhadas pode atrapalhar a sua concentração e há o risco de perder tempo procurando coisas que sumiram na bagunça.

Música? Só em línguas que você não entenda
Não é proibido estudar ouvindo música - há quem precise dela para se concentrar. Mas evite ouvir músicas em idiomas que você entenda - isso pode fazer com que você desvie sua atenção para a letra e esqueça a matéria.
Use marca-texto
Usar canetas coloridas e marca-texto para enfatizar os pontos principais é uma boa ajuda para manter o foco no que for importante, especialmente se você tem problemas mais sérios de déficit de atenção. Post-its também podem ser úteis.

Respeite seu tempo
Se você é mais produtivo de manhã, deixe para estudar as matérias mais difíceis nesse período. Quando sentir que a concentração não está rolando de jeito nenhum, faça uma pequena parada e depois volte. Manter intervalos regulares é fundamental - e a frequência vai depender do seu ritmo.

Tenha uma programação organizada, mas seja flexível
Use uma agenda ou quadro branco para organizar suas tarefas e respeite-a! Mas faça programações realistas para que você não se desanime. Definir que você vai estudar durante oito horas por dia se você tem várias outras atividades, por exemplo, não é algo razoável. E esteja aberto para mudanças, caso seja necessário.
Crie um pequeno ritual antes de estudar
Sempre que for mergulhar nos estudos, crie e respeite um ritualzinho antes. Pode ser um alongamento, pegar um copo de suco para deixar na sua mesa, ou que mais achar melhor. Com o tempo, seu cérebro vai entender que é hora dos estudos e ficará mais fácil se concentrar.
Quando a dificuldade de concentração é crônica
Às vezes, a falta de atenção pode ser crônica e estar associada ao Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). "Todo mundo pode ser os sintomas, mas não o TDAH de fato. O que conta é chama é a persistência e o prejuízo que isso traz para as pessoas do ponto de vista educacional (como evasão e não conclusão dos estudos) e sociais (dificuldade de inserção no mercado de trabalho, inadaptação social etc.)", explica Cláudia Machado Siqueira, neuropediatra e coordenadora do Laboratório de Estudos dos Transtornos de Aprendizagem (LETRA) do Hospital das Clínicas da UFMG.
Os sintomas do TDAH, tanto de desatenção quanto de hiperatividade, aparecem por volta dos 3 a 7 anos de idade. Na vida adulta, o que fica geralmente é a dificuldade de se concentrar na metade dos casos - a hiperatividade diminui. Pesquisas apontam fatores genéticos e neurológicos como as principais causas prováveis do problema, embora fatores sociais possam contribuir no desenvolvimento de problemas associados.

Nesse caso, é necessário procurar um especialista. "O problema não tem cura, porque é o jeito como seu cérebro funciona", explica Cláudia Siqueira. Mas existe tratamento, geralmente feito com medicamentos e com a chamada terapia cognitivo comportamental (um segmento da psicologia que ajuda a criar estratégias para ajudar a pessoa na organização, planejamento e cumprimento de tarefas e objetivos, como as que a gente listou aqui).


 Fonte: Guia do Estudante

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Educação à distância vale a pena?

Muitas pessoas se interessam por cursos à distância porque precisam economizar tempo para trabalhar mais, mas grande parte acaba desistindo da ideia porque fica na dúvida se vale a pena e até mesmo se esses cursos são regularizados e têm o mesmo valor da graduação tradicional.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Bacharelados X Tecnológicos. Qual é a melhor escolha?



Os bacharelados possuem duração maior e mais disciplinas de cunho teórico quando comparados a cursos tecnológicos similares. Em geral permitem maior flexibilidade quanto a possibilidades de inserção profissional. Por exemplo: um administrador recebe formação que o habilita a atuar nas áreas financeira, de logística, de recursos humanos etc.. Já os cursos tecnológicos na área promovem uma determinada habilitação (gestão de recursos humanos ou gestão financeira, por exemplo).
Os cursos tecnológicos receberam forte expansão a partir da última década do século passado; tal fato se deveu à proposição por parte do governo federal de diminuição do tempo de formação e de oferta de profissionais capacitados que atendessem a demandas específicas das empresas, sem a necessidade de aprofundamento teórico mais abrangente.
Justamente por tal especificidade, encontram bons nichos de colocação profissional, desde que haja necessidade deste profissional em determinado momento econômico. A contrapartida está na limitação que o profissional pode encontrar se precisar ou desejar realizar o que se chama de “deslocamento horizontal”, isto é, migrar para outro setor de atuação na mesma profissão. Para ampliar suas chances neste caso, caberia buscar cursos de especialização e aprimoramento em setores específicos de atuação.
Como a remuneração média do profissional formado em um curso tecnológico é em geral menor do que a do bacharel, as perspectivas de mercado tem sido ampliadas. Este profissional se ocupa de atividades que buscam aumentar a produtividade das indústrias, como controle de qualidade dos processos e produtos, logística de estocagem e de fluxo de produtos, intermediação entre operários e corpo gerencial das empresas, acompanhamento da linha de produção, entre outras.
Considere que a remuneração depende também de outras variáveis como cursos de especialização, experiência profissional e carreira construída em determinada empresa.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Chat Online



Para facilitar nosso atendimento e a busca pela oportunidades de estágio, o Bred estará atendendo através do CHAT Online.